O agronegócio está sujeito a uma regulamentação complexa, que envolve normas de direito civil, ambiental, trabalhista e tributário. Contratos rurais inadequados ou a falta de regularização jurídica podem gerar prejuízos expressivos e comprometer a continuidade da atividade.
Atuamos para oferecer segurança jurídica ao produtor rural, prevenindo riscos e defendendo seus interesses em todas as fases da atividade agropecuária.
Elaboramos contratos de compra e venda de imóveis rurais, arrendamento, parceria agrícola e pecuária, comodato rural e integração agroindustrial. Cada modalidade contratual possui requisitos legais específicos que precisam ser observados para garantir validade e segurança jurídica.
Atuamos na organização e regularização de imóveis rurais com pendências, como áreas sem matrícula, matrículas imprecisas ou posses não regularizadas. A regularização assegura o direito de propriedade e viabiliza acesso a crédito e financiamentos.
Orientamos sobre obrigações ambientais, incluindo Cadastro Ambiental Rural (CAR), Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal. O descumprimento dessas normas pode gerar multas elevadas, embargos e restrições à atividade produtiva.
O trabalho rural possui regras próprias. Prestamos orientação para prevenir passivos trabalhistas, autuações administrativas e responsabilidades que podem, inclusive, gerar repercussões criminais.
Auxiliamos na organização da sucessão da propriedade rural, evitando divisão inviável da terra, conflitos familiares e perda de produtividade. Utilizamos instrumentos como doação com usufruto, holding rural e testamento, conforme cada situação.
O agronegócio movimenta valores elevados e envolve riscos jurídicos significativos. Um contrato mal elaborado pode resultar na perda da propriedade, enquanto irregularidades ambientais podem gerar multas milionárias e inviabilizar completamente a atividade rural.
A legislação aplicável ao setor é complexa e repleta de normas específicas. A atuação de um advogado especializado garante contratos seguros, regularização adequada, prevenção de passivos e defesa eficiente dos direitos do produtor rural em eventuais conflitos.